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Principais vantagens da Resina Epóxi Flexível 2220
✔ Flexibilidade permanente após a cura
✔ Transparência e excelente acabamento
✔ Sistema 100% sólidos (sem solventes)
✔ Baixíssima contração durante a cura
✔ Elevada resistência química
✔ Alta resistência mecânica quando utilizada com fibras de reforço
✔ Excelente aderência em diversos substratos
✔ Não agride o Isopor (EPS)
✔ Possibilidade de regular a flexibilidade através da mistura com sistemas epóxi rígidos
Onde utilizar a Resina Epóxi Flexível?
A versatilidade deste sistema permite sua utilização em diversos segmentos industriais e artesanais.
Entre as principais aplicações estão:
Laminação com Fibra de Carbono
Laminação com Fibra de Vidro
Fabricação de peças em materiais compósitos
Aeromodelismo
Náutica
Automobilismo
Aplicações em Fórmula 1
Fabricação de peças técnicas
Artesanato profissional
Confecção de chaveiros flexíveis
Bottons
Brindes personalizados
Encapsulamentos
Adesivos estruturais
Formulação de massas pastosas
Revestimentos industriais
Revestimentos sobre Isopor
Tubulações
Pisos industriais
Formulação de tintas especiais
Revestimento de varas de pesca
Peças sujeitas à flexão ou torção constante
Desenvolvimento de componentes técnicos sob medida
Alta performance para materiais compósitos
Quando utilizada em conjunto com Fibra de Carbono , Fibra de Vidro , fibras especiais ou outros reforços estruturais, a Resina Epóxi 2220 proporciona um sistema com elevada resistência mecânica, mantendo ao mesmo tempo um grau de flexibilidade extremamente interessante para aplicações onde movimentos, vibrações ou deformações controladas fazem parte do projeto.
Essa combinação é amplamente utilizada na fabricação de peças técnicas, componentes industriais, equipamentos esportivos, setor náutico e aplicações estruturais.
Proporção correta de mistura
Para obter todas as propriedades mecânicas, químicas e físicas do sistema, é fundamental respeitar rigorosamente a proporção de mistura.
Proporção recomendada:
100 partes de Resina 2220 para 50 partes de Endurecedor 3154 (em massa/peso).
Exemplo:
100 g de Resina
50 g de Endurecedor
A proporção estequiométrica é uma das etapas mais importantes da aplicação.
A utilização de quantidade inferior de endurecedor reduz a densidade de entrecruzamento do polímero, comprometendo significativamente suas propriedades físicas.
Da mesma forma, uma quantidade insuficiente de resina também resulta em uma estrutura polimérica inadequada, produzindo um material com menor resistência mecânica, menor resistência química e maior sensibilidade à umidade e ao dióxido de carbono (CO₂), aumentando a possibilidade de surgimento de blushing e outros defeitos superficiais.
Mistura e homogeneização
A homogeneização deve ser realizada com bastante cuidado.
Misture completamente a resina e o endurecedor até obter um sistema totalmente uniforme, raspando as laterais e o fundo do recipiente.
Uma mistura inadequada pode impedir que a reação química ocorra corretamente, comprometendo toda a cura do sistema.
Caso tenha dúvidas sobre o processo de mistura, visite o canal da Redelease no YouTube , onde disponibilizamos diversos conteúdos técnicos sobre aplicação de sistemas epóxi.
Temperatura ideal de cura
Para que o sistema desenvolva todo seu potencial, recomenda-se realizar a cura em ambiente com temperatura superior a 18°C .
Temperaturas muito baixas retardam a reação química e podem comprometer o desempenho final do produto.
Pós-cura em estufa (opcional)
Quando necessário obter desempenho máximo, recomenda-se realizar uma pós-cura .
Leve a peça para uma estufa entre 60°C e 80°C , permanecendo nesta temperatura durante aproximadamente 6 a 8 horas .
Esse procedimento pode proporcionar um ganho aproximado de 10% a 15% nas propriedades químicas e mecânicas do sistema final.
Como evitar bolhas na resina epóxi
Um dos principais desafios durante aplicações transparentes é o aparecimento de bolhas.
É importante destacar que a resina epóxi não gera bolhas durante sua reação química .
Na grande maioria das situações, elas são introduzidas durante o processo de manipulação.
As bolhas normalmente surgem durante:
Dosagem
Mistura
Transferência
Derramamento
Para minimizar esse problema:
despeje os componentes lentamente
mantenha o recipiente o mais próximo possível da superfície
evite despejar a mistura de grandes alturas
misture continuamente, porém sem formar redemoinhos
caso utilize misturador mecânico, trabalhe sempre em baixa rotação e mantenha a haste totalmente submersa
após a mistura, despeje lentamente utilizando uma calha ou aproximando o recipiente da peça.
Técnicas para eliminar bolhas superficiais
Dependendo da aplicação, diferentes técnicas podem ser utilizadas para eliminar bolhas.
Entre elas:
• Aditivos antiespumantes Siladit 12, Siladit 30 e Siladit 53 , que reduzem a tensão superficial do sistema e facilitam a subida e rompimento das bolhas. Consulte nossa equipe técnica para orientação sobre o uso correto.
• Rolos quebra-bolhas , indicados para sistemas laminados.
• Soprador térmico , aplicado rapidamente sobre a superfície para reduzir momentaneamente a viscosidade e romper as bolhas superficiais. Deve ser utilizado com cuidado para não acelerar excessivamente a cura.
• Maçarico de acetileno , seguindo o mesmo princípio do soprador térmico. Seu uso é recomendado apenas para operadores experientes devido ao risco inerente ao manuseio de chama viva.
• Spray Quebra Bolhas SB 73 , desenvolvido com aditivos de baixa tensão superficial que rompem instantaneamente as bolhas superficiais sem alterar as propriedades do sistema epóxi.
A combinação dessas técnicas normalmente proporciona os melhores resultados, especialmente quando utilizada juntamente com sistemas epóxi de baixa viscosidade.
Atenção aos substratos
Materiais porosos, como:
madeira
concreto
pedras naturais
espumas
materiais cimentícios
superfícies absorventes em geral
devem ser previamente selados antes da aplicação da resina.
Caso contrário, o ar presente nesses materiais poderá ser liberado durante a cura, formando bolhas, crateras e outros defeitos superficiais.
Também é indispensável que todas as superfícies estejam:
completamente secas
livres de umidade
sem poeira
sem ceras
sem vernizes
sem tintas soltas
sem óleo
sem graxa
livres de qualquer contaminação.
Esse preparo garante melhor aderência, acabamento superior e maior durabilidade do sistema.
Armazenagem
Armazene o produto em local seco, protegido da umidade e da incidência direta de luz, preferencialmente entre 18°C e 30°C , sempre nas embalagens originais bem fechadas.
Por apresentar leve característica higroscópica, recomenda-se, quando necessário, aquecer periodicamente a resina a aproximadamente 70°C por 3 a 4 horas , em recipiente destampado. Após o resfriamento, feche novamente a embalagem.
Quando armazenado corretamente, o produto possui prazo de estocagem de pelo menos 6 meses .
Por que escolher a Resina Epóxi Flexível Redelease?
Há mais de três décadas atuando no mercado de resinas, compósitos e materiais de alta performance, a Redelease fornece produtos desenvolvidos para aplicações profissionais, industriais e artesanais, oferecendo qualidade, suporte técnico especializado e conteúdo educativo para que cada projeto alcance o melhor resultado possível.
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