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A crise não colou na Adere

         Maior empresa de capital nacional do setor de fitas adesivas, a Adere passou ilesa aos solavancos da economia em 2009. Luis Gonzaga Dias Filho, diretor de suprimentos, estima que a companhia feche o ano contabilizando um aumento de 20% no faturamento – nada mal para um período difícil, para dizer o mínimo. “Atendemos basicamente três setores: papel, construção e indústria. As duas primeiras foram bem, principalmente a construção, enquanto houve uma queda generalizada nas aplicações industriais”, ele observa, deixando claro que mais 20% de crescimento é o mínimo esperado pela Adere para 2010. 
         Em Sumaré (SP), onde opera um complexo industrial situado numa área de 174 mil m², a Adere produz centenas de tipos de fitas adesivas, além de etiquetas e papéis auto-adesivos. Toda a sua demanda por resina de uréia-formol – no caso, a Argos 500 A – é suprida pela Redelease. “Trata-se de um fornecedor tradicional da Adere e que se caracteriza pelo excelente atendimento”, avalia Dias.
         Para mais informações sobre a Adere, acesse www.adere.com

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